Sejam Bem-Vindo- Este blog foi criado para Espíritas, simpatizantes e para todos que buscam o conhecimento. Encontre mensagens, oraçoes,vídeos e Ensinamentos da Doutrina Espírita.
sábado, 10 de agosto de 2013
Departamento de Infância e Juventude - FEC: Podcast 07 - O Que é Evangelização de Espíritos
Departamento de Infância e Juventude - FEC: Podcast 07 - O Que é Evangelização de Espíritos: Olá Queridíssimos Amigos!! Após tanto tempo de pausa com as gravações do Podcast sobre Evangelização de Espíritos, é com imensa alegria...
quarta-feira, 7 de agosto de 2013
COMECE PELO INÍCIO
" Aos que quiserem adquirir essas noções preliminares,
pela leitura das nossas obras, aconselhamos que as leiam
nesta ordem:
1º O que é o Espiritismo? Esta brochura, de uma centena
de páginas somente, contém sumária exposição dos princípios
da Doutrina Espírita, um apanhado geral desta,
permitindo ao leitor aprender-lhe o conjunto dentro de
um quadro restrito. Em poucas palavras ele lhe percebe
o objetivo e pode julgar do seu alcance. Aí se encontram,
além disso, respostas às principais questões ou objeções
que os novatos se sentem naturalmente propensos
a fazer. Esta primeira leitura, que muito pouco tempo
consome, é uma introdução que facilita um estudo mais
aprofundado.
2º O Livro dos Espíritos. Contém a doutrina completa, como
a ditaram os próprios Espíritos, com toda a sua filosofia
e todas as suas consequências morais. É a revelação do
destino do homem, a iniciação no conhecimento da natureza
dos Espíritos e nos mistérios da vida de
além-túmulo. Quem o lê compreende que o Espiritismo
objetiva um fim sério, que não constitui frívolo passatempo.
3º O Livro dos Médiuns. Destina-se a guiar os que queiram
entregar-se à prática das manifestações, dando-lhes conhecimento
dos meios próprios para se comunicarem
com os Espíritos. É um guia, tanto para os médiuns,
como para os evocadores, e o complemento de O Livro
DOS ESPÍRITOS
4º A Revue Spirite. Variada coletânea de fatos, de explicações
teóricas e de trechos isolados, que completam o que
se encontra nas duas obras precedentes, formando-lhes,
de certo modo, a aplicação. Sua leitura pode fazer-se
simultaneamente com a daquelas obras, porém, mais proveitosa
será, e, sobretudo, mais inteligível, se for feita
depois de O Livro dos Espíritos.1
Isto pelo que nos diz respeito. Os que desejem tudo
conhecer de uma ciência devem necessariamente ler tudo o
que se ache escrito sobre a matéria, ou, pelo menos, o que
haja de principal, não se limitando a um único autor. Devem
mesmo ler o pró e o contra, as críticas como as apologias,
inteirar-se dos diferentes sistemas, a fim de poderem
julgar por comparação.
Por esse lado, não preconizamos, nem criticamos obra
alguma, visto não querermos, de nenhum modo, influenciar
a opinião que dela se possa formar. Trazendo nossa pedra
ao edifício, colocamo-nos nas fileiras. Não nos cabe ser juiz
e parte e não alimentamos a ridícula pretensão de ser o
único distribuidor da luz. Toca ao leitor separar o bom do
mau,verdadeiro do falso. Fonte: O Livro dos Médiuns - Questão 35 - Allan Kardec
quarta-feira, 31 de julho de 2013
Cooperação
COOPERAÇÃO
Para que
alguém dirija com êxito e eficiência uma empresa importante, não lhe basta a
nomeação para o encargo.
Exige-se-lhe
um conjunto de qualidades superiores para que a obra se consolide e prospere.
Não apenas autoridade, mas direção com discernimento. Não só teoria e cultura,
mas virtude e juízo claro de proporções.
Dilatados
recursos nas mãos, a serviço de uma cabeça sem rumo, constituem tesouros nos
braços da insensatez, assim como a riqueza sem orientação é navio à matroca.
Quem governa
emitirá forças de justiça e bondade, trabalho e disciplina, para atingir os
objetivos da tarefa em que foi situado.
Quando o
poder é intemperante, sofre o povo a intranqüilidade e a mazorca, e, quando a
inteligência não possui o timão do caráter sadio, espalha, em torno, a miséria
e a crueldade.
Daí, conhecermos
tantos tiranos nimbados de grandeza mental e tantos gênios de requintada
sensibilidade, mas atolados no vício.
No mundo íntimo,
a vontade é o capitão que não pode relaxar no mister que lhe édevido.
E assim como o
administrador de um serviço reclama a ajuda de assessores corretos, a vontade
não prescindirá da ponderação e da lógica, conselheiros respeitáveis na chefia
das decisões.
No entanto, urge
que o senso de cooperação seja chamado a sustentar-lhe os impulsos.
Nas linhas da
atividade terrestre, quem orienta com segurança não ignora a hierar quia
natural que vige na coexistência de todos os valores indispensáveis à vida.
Na
confecção do agasalho comum, o fio contará com o apoio da máquina, a máquina
esperará pela competência do operário, o operário edificar-se-á no técnico que
lhe supervisiona o trabalho, o técnico arrimar-se-á na diretoria da fábrica e
a diretoria da fábrica equilibrar-se-á no movimento da indústria, dele
extraindo o combustível econômico necessário à alimentação do núcleo de
serviço que lhe obedece aos
ditames.
Observamos,
assim, que no Estado Individual a vontade, para satisfazer à governança que
lhe compete, sem colapsos de equilíbrio, precisa socorrer-se da colaboração a
fim de que se lhe clareie a
atividade.
A
cooperação espontânea é o supremo ingrediente da ordem.
Da Glória
Divina às balizas subatômicas, o Universo pode ser definido como sendo uma
cadeia de vidas que se entrosam na Grande Vida.
Cooperação
significa obediência construtiva aos impositivos da frente e socorro implícito
às privações da retaguarda.
Quem ajuda
é ajudado, encontrando, em silênCiO, a maiS segura fórmula de ajuste aos
processos da evolução.
Fonte: Pensamento e Vida - psicografado por Francisco Cândido Xavier Emmanuel
terça-feira, 23 de julho de 2013
Esforço e Oração
“E,
despedida a multidão, subiu ao monte a fim de orar, à parte. E, chegada já a
tarde, estava ali só.” — (MATEUS, capítulo 14, versículo 23.)
De
vez em quando, surgem grupos religiosos que preconizam o absoluto retiro das
lutas humanas para os serviços da oração.
Nesse
particular, entretanto, o Mestre é sempre a fonte dos ensinamentos vivos. O
trabalho e a prece são duas características de sua atividade divina.
Jesus
nunca se encerrou a distância das criaturas, com o fim de permanecer em
contemplação absoluta dos quadros divinos que lhe iluminavam o coração, mas
também cultivou a prece em sua altura celestial.
Despedida
a multidão, terminado o esforço diário, estabelecia a pausa necessária para
meditar, à parte, comungando com o Pai, na oração solitária e sublime.
Se
alguém permanece na Terra, é com o objetivo de alcançar um ponto mais alto, nas
expressões evolutivas, pelo trabalho que foi convocado a fazer. E, pela
oração, o homem recebe de Deus o auxílio indispensável à santificação da
tarefa.
Esforço e
prece completam-se no todo da atividade espiritual.
A
criatura que apenas trabalhasse, sem método e sem descanso, acabaria
desesperada, em horrível secura do coração; aquela que apenas se mantivesse
genuflexa, estaria ameaçada de sucumbir pela paralisia e ociosidade.
A oração
ilumina o trabalho, e a ação é como um livro de luz na vida espiritualizada.
Cuida de
teus deveres porque para isso permaneces no mundo, mas nunca te esqueças desse
monte, localizado em teus sentimentos mais nobres, a fim de orares “à parte”,recordando o Senhor.
Fonte: Caminho, Verdade e Vida
Francisco Cândido Xavier
pelo Espírito Emmanuel
sexta-feira, 12 de julho de 2013
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